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E agora, João?

Na terça-feira o MP-SP pediu que os secretários Bruno Covas (Casa Civil), Júlio Semeghini (Governo) e André Sturm (Cultura), sejam condenados à perda do cargo e à suspensão dos direitos políticos por improbidade ao supostamente direcionarem a licitação de patrocínio do carnaval para favorecer a agência de promoção que representava a Ambev. Na ocasião do furo do Guilherme Balza publicado pela CBN, comentei aqui. Me lembro que o Prefeito, furioso com o repórter, misturou a estação num daqueles vídeos que costuma gravar e depois se arrepender.

Em doze de abril do corrente João Doria, candidato prematuro ao Palácio do Planalto, opinava sobre todos os temas nacionais. A propósito de ministros denunciados pelo Ministério Público, disse à Folha que “De maneira genérica não faz sentido punir antecipadamente. Dependendo da gravidade, ideal seria, em circunstâncias pontuais, um afastamento temporário, não a demissão. Para que, enquanto o processo está sendo investigado, aquela pessoa estar preservada e ao mesmo ter o direito de ampla defesa”, afirmou o prefeito, ressalvando que essa posição <não é linear>, <cada caso é um caso>”.

E agora, João? Qual é o caso?

 
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