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(Very) Casual Friday ou a Paula Toller que me desculpe

A Paula Toller que me desculpe. Estreio hoje o uso de bermudas no trabalho. Digo, em reunião externa com quem não tenho intimidade. Trabalhando de casa já havia adotado, ainda que no padrão Cid Moreira, com camisa no corpo para o caso de alguma chamada via Skype. Pudores…

Sei de um grande lobista que recebia ministros em robe de chambre. Poderes…

Fato é que resolvi enfrentar. O calor venceu. É o segundo caso do efeito estufa na minha vida. O primeiro foi quando passei a madrugar para evitar o bafo. Meu pai, alarmado, exclamou: “A que ponto chegamos!”

Deveria estar satisfeito. Mas não posso. Primeiro porque não sei qual será a impressão da outra parte. (Conto mais tarde.) Depois porque meu outro nome é insatisfeito e, enquanto não chegar ao estágio do João Ramalho, passando pela proposta do Flávio de Carvalho, não sossegarei.

Outro dia fui em bermudas à confuta médica, com minha amiga psiquiatra Márcia Macedo Soares, que perdoou o traje. Porém ela me lembrou que no clube haveria reunião do Conselho para julgar uma falta de um amigo querido e lá fui eu, exibindo as canelas. Resultado? Bom para todas as partes.

Vamos em frente. A meta é defender um dinheirinho honesto para ralar no Harry’s Bar em Veneza assim que a neve baixar. Pretendo ir aos Martinis, Carpaccios e Bellinis com os joelhos de fora.

 
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