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Ode a velhice no Brasil novo

“Nós nos extraviamos a tal ponto, que devemos estar no bom caminho.” Fernando Pessoa
Neste 518º aniversário do Descobrimento, procuro e não acho meu exemplar da carta que o Caminha enviou a Dom Manuel, patrocinador da aventura lusa pelo mar sem fim. O remetente fala repetidas vezes das vergonhas encontradas. Imagino que hoje o termo seria repetido muito mais vezes, mas com outro sentido.
Ou não. A seis meses da escolha no próximo presidente da República, o vetor eleitoral anunciado parece repetir Pero Vaz. O líder nas pesquisas se mostra muito mais preocupado com o que acontece na linha abaixo da cintura da população. E os concorrentes ao Congresso seguem a mesma linha. Inclusive os ditos “novos”, ou “pela renovação”.
Debate nacional, social, soluções, propostas estão por conta dos velhos. FHC, Oded Grajew, Dráuzio Varella.
Não a toa, tanta gente procura desesperadamente por embarque em uma nau de retorno à Terrinha.
E salve Chico, o profeta. Que tudo se realize, mas do jeito que a capital do Império se encontra hoje.
https://www.youtube.com/watch?v=HiN5AqGaSM8
 
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