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Dois mil anos de atraso

O Estadão de domingo trouxe as demandas do agronegócio para segurança e as ofertas prometidas pelos pré-candidatos.

No silo das bravatas cabe até a tentativa de banalização do terrorismo – algo infelizmente previsível, e a grande novidade percebida parece ser a pólvora com seus dois mil anos.

Espantoso mesmo é que a palavra tecnologia só apareça uma vez. Donde me pergunto: o que os distintos vão fazer nas feiras do setor, onde a tecnologia é sempre a vaca premiada?

Produtores só falam em drones, automação, big data, internet das coisas, inteligência artificial, desenvolvimento tecnológico. Como podem os candidatos não perceberem que o caminho para melhorar a segurança é o mesmo?

Aos pré-candidatos, fica a dica: da próxima vez, visitem os estantes.

 
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