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O SUS nas eleições

Não gosto e nunca gostei da ideia de obrigar pessoas públicas e seus familiares a usar serviço público. Não gosto da ideia de obrigar quem quer que seja a qualquer coisa.

Por outro lado, acho difícil que alguém sem a menor intimidade com o serviço público alcance a dimensão da vida real e consiga tomar decisões pensando em quem não tem outra possibilidade.

Foi confortante saber que, ante ao inaceitável atentado contra o candidato Bolsonaro em Juiz de Fora, a equipe do SUS, atendendo na Santa Casa, tenha feito um trabalho primoroso que salvou a vida de uma pessoa. O médico, que ganhou menos que cem dólares pela cirurgia, foi elogiado pelos colegas considerados os melhores do país porque atendem nos estrelados hospitais paulistanos mantidos pelas colônias israelita e sírio-libanesa.

E mais confortante é saber que, de propósito, ou por convicção, outro concorrente destas eleições use o serviço público. Trata-se do médico Eduardo Jorge, candidato a vice de Marina Silva, que vai de metrô ao Incor fazer check-up de rotina pelo SUS, como soubemos pela reportagem da Daniela Chiaretti no Valor Econômico do dia cinco de setembro.

Ainda: as pesquisas de opinião dizem que as principais preocupações do brasileiro são Saúde e Segurança. É curioso que os dois postulantes melhor posicionados estejam na cadeia e no hospital.

 
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2 Comments  comments 

2 Respostas

  1. Celina

    Léo vc sabe qual minha tendência,sim digo tendência pois estarei viajando no dia da eleição e aguardo com ansiedade que esse triste acontecimento tenha servido de alerta para que cuidem da saúde em primeiro lugar pois a segurança vai ser a ferro e a fogo.agora precisamos disso!!!!