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Ah, insensatez…

A cerimônia de aniversário de 30 anos da Constituição, ontem, no Congresso, ficou marcada pela troca do nome do tenor escalado para cantar o hino nacional.

Jean William, nos conta Mônica Bergamo na Folha de hoje, foi apresentado como Jean Silva, por receio dos organizadores em desagradar o presidente eleito Jair Bolsonaro, que poderia confundir com Jean Willys. Logo ele, que deve tanto do seu protagonismo às contendas com o colega deputado, reeleito pelo Rio de Janeiro.

Lendo a coluna me lembrei da frase do meu professor de Filosofia e Ciências da Religião Gerson Leite de Moraes.

Dias antes das eleições, notando o sentimento social, pontuou a aula com esta máxima: “A tradição judaico-cristã sobreviveu a Kant, Hegel, Marx, Nietzsche. Não se preocupem com Jean Willys.”

 
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