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A SP de Covas, Doria e Bolsonaro será o paraíso gay

Se confirmada, a emigração da Formula 1 para o Rio será emblemática. A São Paulo de João Doria e Bruno Covas diz querer vender o autódromo de Interlagos, e Jair Bolsonaro afirma que um novo será construído em Deodoro, no Rio. Diz mais: que o circo, passando uma vez por ano, gera sete mil empregos diretos e indiretos que permanecem para sempre (sic).

Outro dia o presidente da República, após suspender a campanha do BB, disse que o Brasil não pode ser um paraíso gay, mas que o estrangeiro esteja à vontade para vir fazer sexo com mulher. Não disse porém se também vale para as estrangeiras que eventualmente gostem de mulheres.

Relacionando as duas falas, resta saber se na conta dos sete mil empregos estão incluídas as operárias do amor. Como é sabido, se tem um setor que a F1 aquece a ponto de fervura na economia paulistana é o do chamado “entretenimento adulto”. As casas mais conhecidas fazem até propaganda. Diz aí, Oscar Maroni.

Sem a F1, a São Paulo de Covas, Doria e Bolsonaro promete ser o paraíso nacional do turismo gay.

Um estudo recente mostra que a Parada Gay é o segundo evento que traz mais dinheiro para SP. Sem a F1, será o primeiro? Talvez. Os números precisam ser atualizados considerando o carnaval.

De qualquer maneira, jamais será sem a prestimosa colaboração da comunidade LGBTTQI, pois dizia o José Simão: “quem faz o carnaval é o bicho e a bicha”. Isso no Rio. Em SP, com bicho fraco, devemos clamar: força, bicha!

 
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