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O nome é Paulo Guedes

Paulo Guedes deve ser investigado. Sua trajetória recente está cada vez mais clara. E obscura. O que terá feito a partir da soma do poder econômico e da frustração histórica é de interesse público.

No ano passado, sabe-se, andou procurando um candidato a presidente para chamar de seu. Poder de persuasão ele tem. Convenceu a família Huck que, por sobrevivente de um acidente aéreo, têm uma missão a cumprir pelo Brasil. É incrível, mas colou e Angélica segue repetindo o delírio.

Como os Huck, identificados pela big data de Paula Guedes, filha do ministro, refugaram e adiaram sua missão, PaGue abraçou Bolsonaro e, sem pudor, avança com seu plano de vingança histórica.

O mais louco é ver que inclusive a parte pensante do chamado “mercado” se recusa a critica-lo. Membros dos conselhos do grande capital, pagos justamente para não dar conselhos, os sábios, ou çábios na grafia gaspariana, calam-se enquanto Beato Salú avança com seu plano sórdido.

Quem pode para-lo? Não sei. Todos estão acuados. Imprensa tremendo de medo de morrer de vez, academia idem, com ataques e patrulha deliberada pelo governo, se recusam a dizer com todas as letras quem é o pilar da destruição nacional. E o pilar tem nome e sobrenome: Paulo Guedes.

Segundo a última rodada da pesquisa XP, PaGue é o ministro com popularidade em ascensão. Como pode alguém que propõe taxar desempregado ser popular deveria ser um mistério. Mas não é. Cresce justamente pelo silêncio dos que deveriam ser bons, mas comprados pelo dinheiro fácil da bolsa em fictícia disparada, calam-se.

Hoje soubemos, pelo canal do Pannunzio, como PaGue costurou nos bastidores as contribuições do então juiz Moro para sua campanha. Sim, sua, não de Bolsonaro, que não passa de um fantoche. É no mínimo escandaloso que um banqueiro e um juiz tenham de juntado para tomar o país.

O nome da fera é Paulo Guedes e  é nele que devemos nos concentrar enquanto resta algo por que lutar.

 
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