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Home Articles posted by Léo Coutinho
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Franco Montoro, um clássico

Uma definição de clássico é “aquilo que serve de modelo”. A qualquer tempo, em qualquer contexto, o clássico é uma referência a ser considerada. O pensamento de Franco Montoro, filósofo, político, professor, é um clássico. Já nos anos 1950, vereador em São Paulo, falava da importância da água. Seus pares, que legislavam no Palacete Prates,

 
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Samba-crônica da (minha) quarentena

Longe de casa eu choro e não quero nada. Como é que pode? Trancado em casa e com saudades de casa? Pois longe do chão ninguém quer e não pode nada. Assim estou, quiçá você também, freguesa. Sinto falta de São Paulo, de escutar na madrugada, uns bordões e violões, e uma flauta a chorar

 
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20h30 é o horário do Jornal Nacional, não de panelaço

O panelaço foi importado da Argentina. Sim, hermanos, da Argentina. E por aqui foi adaptado. Como alguém bem definiu, diante da Casa Rosada o rufar da bateria significa “temos hambre”; nas janelas brasileiras, “não quero ouvir”. Às 20h30 do 31 de março de 2020, 15º dia consecutivo de panelaços da classe média contra Bolsonaro, tivemos

 
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Como ajudar Mandetta

Luiz Henrique Mandetta é um abnegado. Se não é, está. Mas talvez seja mesmo. Tenho um amigo que, como ele, é ortopedista. Certa vez, entre umas e outras – lá se vão uns quinze anos – brincou festejando o futebol ter voltado à voga. Molecada se estrupia e o consultório lota. E com efeito, sua

 
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Pais e filhos ou Piu!

Não quero ouvir mais nem um pio, Piu! Quem não teve pelo menos uma passagem dessas com os pais não foi suficientemente criança e provavelmente acabou graduado na Fundação Getúlio Vargas. Parênteses: o estilo na primeira frase foi roubado do Ensaio sobre a cegueira do xará Saramago. Tinha cá na estante e admito sem vergonha

 
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Seremos ricos como nunca antes

O presente é amargurante, desesperador. O futuro imediato será tétrico, deprimente. Mas a tempestade há de passar, a primavera vai chegar, e o mundo que restará para ser vivido pode ser combinado. As notícias que temos para já apontam um porvir longínquo e alvissareiro. Posso estar otimista demais. Mas igual ao ficar em casa se

 
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Fica em casa

Curioso como ainda tem maluco defendendo o maluco maior, aquele do Planalto. Parte dos malucos são uns velhinhos reacionários que afirmam ter saudades da ditadura militar. Obviamente a afirmação só vale com trocadilho: as saudades são do tempo em que conseguiam ereção e os joelhos não doíam. Não tem relação com o regime. De qualquer

 
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Tarado, psicopata, facínora – país nenhum aguenta isso

A novidade no pronunciamento de ontem de Jair Bolsonaro é o meio. O ódio escancarado, misturado a cinismo e deboche são uma constante em sua trajetória, assim como sinais trocados que alimentam e confundem apoiadores cegos que mimetizam o discurso tornando impossível qualquer debate consequente. Disseminação de fakenews e guinadas irresponsáveis a la Jânio Quadros,

 
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Seu destino é o bar

Tenho pensado no Washington Olivetto depois do sequestro. Já em casa, depois de um trauma violentíssimo que absolutamente ninguém deveria sentir na pele, ele tem dois pedidos: coxinha do Frangó e cheeseburger da Forneria. Pediu para comer em casa, porque provavelmente também sentia saudades dos seus, da sua gente, das suas coisas, do seu canto.

 
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Mate as saudades de você

Há quanto tempo você não sente saudades, freguesa? Não saudades de alguém querido, um momento, comida, um lugar. Saudades de você. De quem você é. Ou de quem quis ser antes de sucumbir aos padrões inventados sabe-se lá por quem. Na tranca, me desespero com o futuro imediato no Brasil. Receio que será tétrico, pior

 
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