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Home Articles posted by Léo Coutinho (Page 114)
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A primavera da participação

Há quem viva fora de sintonia com a própria época. Pode ser para frente e pode ser para trás. Digo, os saudosistas, que vivem morrendo de saudades do passado – inclusive os que eles não conheceram, ao que chamam nostalgia – e os progressistas, que enxergam e por vezes até vivenciam uma situação que só

 
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Forte é quem protege

Na semana que passou o BOPE ganhou um brinquedo novo. Desta vez um quadriciclo veio se somar à frota que já conta com jipes, motos, tratorzinhos, caminhões, caminhonetes e o célebre Caveirão – tanto o que vai no chão quanto um que voa igual a helicóptero, só que à prova de bala e com mil

 
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Intimidade é cheiro

O elevador estava subindo, ou quem sabe descendo, não me lembro, até porque o que me marcou foi quando ele parou e um homem saltou, aparentemente porque tinha chegado em casa. Neste átimo pude sentir o cheiro da sua casa. Não era bom nem ruim. Era simplesmente outro, diferente. Era o cheiro da casa alheia.

 
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A Cesar o que é de Cesar

Na sexta-feira saí para jantar fora e reconheci o senador Delcídio Amaral, do PT do Mato Grosso do Sul. Comentei com a minha Neguinha que a gente deveria ir lá cumprimenta-lo, porque sempre que festejamos os votos do ministro Joaquim Barbosa e de seus pares, que vêm condenando os mensaleiros, um quinhão dos aplausos deveria

 
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A vida vai melhorar

Sobre os incêndios nas favelas de São Paulo,  além das hipóteses de acidente e de problemas criados pela seca, pairam ainda pelo menos mais três, todas criminosas: especulação imobiliária, negligência pública e terrorismo eleitoral. Ou tudo junto e horrorosamente misturado. O de ontem, na favela do Moinho, segundo o Reinaldo Azevedo, foi crime passional: um rapaz

 
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Utopia e pão

A obsessão tem uma versão benigna chamada utopia. Cada um tem a sua, inclusive quando não tem nenhuma. A não utopia já é uma busca infinita. A não utopia é a perfeição, e esta só no Paraíso, que o Homem recusou. Dom Helder Câmara disse que “a utopia partilhada é a mola da história”, naquela

 
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Frescura urgente

Ontem, no Rio de Janeiro, os termômetros de rua iguais ao que a Fernandinha Abreu usou no clipe Rio 40 graus, marcavam “só” 28º. Em São Sebastião não tem termômetro público, mas conferi pelo iPhone que a máxima era a mesma: 28º. Quer dizer, aquilo que aqui de São Paulo a gente define como “a

 
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Aparências

Igual a mulher de Cesar em relação à honestidade, a aparência conta para todo mundo e em diversos aspectos, desde que na mesma ordem. Quer dizer, quando o ser vem antes do parecer. O inverso não adianta, digo, parecer honesto sem ser de fato. A verdade sempre acaba emergindo e o PT está sendo julgado

 
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Salto alto em Paraty

Na época do acidente que vitimou o Andrea Carta a imprensa toda trouxe homenagens ao colega editor da Vogue Brasil. Uma delas, se não me engano do Ignácio de Loyola Brandão, falava do olho clínico do amigo. Naquele tempo em que era caro fazer revista, porque havia filme, papel fotográfico, fotolito, e não havia internet,

 
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O tempo da vovó

A Veja desta semana trouxe uma matéria explicando o óbvio: para ter uma vida saudável a gente deve comer menos. Ou comer de tudo, um pouco. Notaram a vírgula? Parece aqueles testes onde a pontuação muda o sentido da frase. Comer de tudo um pouco, sem vírgula, pode significar um ágape bárbaro, com um bocado

 
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