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Home Articles posted by Léo Coutinho (Page 117)
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Permissão para a solidariedade

O Enrique Peñalosa passou por aqui e eu perdi. Infelizmente. Se foi em junho deve ter sido por conta do meu aniversário, sabe-se lá. Paciência. Ele veio para o Fronteiras do Pensamento para falar da experiência transformadora de governar Bogotá, antes dele considerada uma das capitais mais violentas da América Latina. É, mais uma vez,

 
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Cinco notas soltas

Os tais Cinquenta Tons de Cinza são um fenômeno, todo mundo já sabe. Outro dia ouvi dizer que uma senhora refinada que oscula os noventa anos de idade comprou e leu de chofre a trilogia erótica. O curioso é que antes da terceira página a mulherada deixa escapar que o que faz mesmo pensar é

 
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Caldos e pipocas

No final de semana que passou entrei no videoclube e estava passando A Rosa Púrpura do Cairo, Woody Allen dos anos 1980, que é mais ou menos como um Di Cavalcanti dos Anos Dourados. A trilha sonora e a doçura da Mia Farrow já seriam suficientes para querer rever a fita, mas talvez a coincidência

 
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Roteiro gastronômico

Talvez seja mais fácil identificar o trecho da Alameda Franca onde eu trabalho dizendo que é a quadra do Ritz do que explicando que fica entre a Padre João Manuel e a Augusta. Simples assim, produto de um trabalho consistente que há trinta anos mantém o padrão de qualidade. Bar bom e equipado como poucos,

 
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Desaudio

Na terça-feira não pude ir à abertura da exposição Desaudio, do Lucas Lenci, na Fauna Galeria. Tinha meus motivos, outros compromissos. Mas no fim da tarde de quarta eu estava lá e assim que entrei percebi um motivo terceiro: ver as fotografias em silêncio. Alguém pode argumentar que o contraste do burburinho do coquetel seria

 
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Esperança na cidade

A lembrança é sempre uma coisa boa, tanto no sentido de ser agradável quanto como pode ser útil. Digo, uma má lembrança é positiva enquanto nos ensina o que não quereremos. Mas aqui vou falar das agradáveis, como só as memórias de infância podem ser. Dizem que a imaginação é na verdade a interpretação da

 
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Pão e glória

Um advogado dos mais destacados que há por aí disse que uma causa tem que dar pão ou tem que dar glória; se der os dois, tanto melhor. É verdade. Todo mundo precisa de pão e de glória para viver. As expectativas podem variar tanto na quantidade bruta quanto na proporção entre quanto se quer

 
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Olavo Setúbal foi o nosso Bloomberg

Naquela série onanista onde este bloguista não resiste e fica auto-festejando-se quando acerta um palpite, ou melhor ainda quando fica sabendo que alguém completamente distante acreditava na mesma coisa e a realizou com êxito, e sem mais poder, qual a motoquinha pentelha do desenho animado, repete sem parar “eu te disse!, eu te disse!”, quero

 
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A lei de Gershon

Que alegria abrir o Estadão de domingo e encontrar no Aliás a história do Gershon Knispel, um artista plástico de vida riquíssima e sensibilidade rara, que resultam numa clareza de profeta. Ele nasceu na Alemanha e em 1932, contando três anos de idade, mudou com a família para a Palestina. Seu pai, antes mesmo do

 
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Chame o ladrão!

Na sexta-feira passada a Dora Kramer, rainha do frevo e do maracatu da imprensa brasileira, estava brilhante, especialmente brilhante. Falava do desrespeito do cidadão Luís Inácio Lula da Silva pelo Congresso desde quando, há vinte anos, qualificou a Casa como reduto de 300 picaretas, ou antes, quando passeou por lá e desonrou os votos que

 
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