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Home Cultura Archive for category "Artes plásticas"
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Notas soltas: Somalia, Suburra e Pancetti

#DoNotPrayForSomália O que impressiona mais sobre a Somália? As centenas de mortes ou o nosso silêncio? Ou a vulnerabilidade da desigualdade escancarada até nos números de óbitos de um atentado terrorista? Releve a indelicadeza, freguesa, mas rezar pelos somalis – pelo Vale do Jequitinhonha ou por Cidade Tiradentes – só ajuda a quem transfere o

 
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Notas soltas

Nos termos da Lei Uma lei recente mudou o Código Penal. Desde então, para configurar organização criminosa, no mínimo três devem estar combinados. Antes eram quatro ou mais. Daí o termo formação de quadrilha. Por isso a denúncia da PGR contra Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco é sobre organização criminosa (e obstrução de

 
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O MAM, a laje e a primavera

Um homem, peludo, suado e pelado, se encontra com uma menina, também nua. A saúda, pergunta se ela aproveitou o dia e mete outras amenidades. O pai, só de cuecas, a incentiva a responder. Notadamente está preocupado com a educação da filha. Despedem-se. Assisti a esta cena enquanto falava do orelhão do vestiário do meu

 
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Pantone político no Queermuseu

Arte e cor são indissociáveis. Até na ausência de cores vibrantes a arte pulsa. O melhor exemplo talvez seja Guernica, do Picasso. Aliás, o diálogo sobre a autoria ficou tão conhecido e emblemático quanto a obra. Um oficial nazista que vistoriava o ateliê do artista perguntou: – “Você fez isso?” E o gênio: – “Não.

 
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Será salto?

Era 1922 quando o Paulo Prado, que não era artista mas era rico e sabia a arte de gastar, contratou uma claque para vaiar a abertura da Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo. A vaia, calculada, era a favor. Criando resistência, criou polêmica e botou a modernidade na pauta da cidade

 
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O espírito paulistano esculpido em pedra

Nos conta o Roberto Pompeu de Toledo que em 1920 três rapazes fogosos passeavam pelo Parque Dom Pedro II, onde era construído o Palácio das Indústrias, hoje museu Catavento. O motivo da visita era inspecionar as maquetes concorrentes do concurso que escolheria um monumento à Independência para o Ipiranga. E pela rádio peão o trio

 
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Bansky revelado e Harry, o grande

Bansky revelado A história é mais ou menos assim: Chico Buarque driblava a zaga da ditadura militar. Com os censores no pé de todo mundo, e no dele em especial, o jeito era ser um tipo de Pelé no palco. Deu certo. Ele botou várias entre os coturnos. Sabiá, em parceria com o Tom, talvez

 
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Folhinha

Passo por uma banca de jornal a vejo numa capa, linda, como não poderia ser diferente. Giselle puxando o cordão das musas eternas do calendário Pirelli. Parei e me permiti a um instante de contemplação. Retomando a caminhada o homem se põe a pensar. E me ocorreram teorias sobre o calendário. O doutor Modesto Carvalhosa

 
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Portugal e a tarefa doce de abraçar seus filhos

No sábado dez de junho o relógio contou 28 horas. Era o Dia de Portugal, Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas. Começou no Porto, passou por SP e terminou no Rio. Celebrei no Teatro Municipal de São Paulo a convite de um fidalgo lusitano chamado Tomaz Capitão, meu amigo querido. Errei no traje mas

 
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Jogos de criança 1 – Detetive

Diante do tabuleiro, minha torcida era pelo Coronel Mostarda com o candelabro, quiçá no salão de jogos. Não me lembro das regras e tampouco se torcia para o Mostarda ser culpado ou inocente. Com exatidão só posso afirmar que gostava do candelabro pela forma e sonoridade da palavra. Talvez a sonoridade do Coronel Mostarda também

 
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