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Home Cultura Archive for category "Literatura"
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Notas soltas: Somalia, Suburra e Pancetti

#DoNotPrayForSomália O que impressiona mais sobre a Somália? As centenas de mortes ou o nosso silêncio? Ou a vulnerabilidade da desigualdade escancarada até nos números de óbitos de um atentado terrorista? Releve a indelicadeza, freguesa, mas rezar pelos somalis – pelo Vale do Jequitinhonha ou por Cidade Tiradentes – só ajuda a quem transfere o

 
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#SomosTodosCorleone

“Eu nunca quis isto para você. Eu trabalhei minha vida inteira, eu não peço perdão, para tomar conta da minha família. E eu recusei – a ser um tolo – dançando em uma corda, sustentado por todos esses figurões. Eu não peço desculpas, essa é a minha vida, mas eu pensei que quando fosse sua

 
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Será salto?

Era 1922 quando o Paulo Prado, que não era artista mas era rico e sabia a arte de gastar, contratou uma claque para vaiar a abertura da Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo. A vaia, calculada, era a favor. Criando resistência, criou polêmica e botou a modernidade na pauta da cidade

 
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Quando Getúlio encontrou Lacerda

Salto ornamental é minha nova modalidade. Não, infelizmente o trampolim do Paulistano, assinado pelo Gregori Warchavchik,  não foi reinaugurado. Tampouco eu seria capaz das piruetas. Inclusive minha ancestralidade não recomenda. Meu pai, cabulando aula, saltou e caiu na borda molhada, esfarelando os pés. Meus mergulhos são literários. E para o alto. Estou gamado no livro

 
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Fernandona, a redentora

Fernanda Montenegro, em entrevista ao Estadão, chamou a ditadura militar de “Redentora”. Ninguém se atreveu a um pio. Ary Oswaldo Mattos Filho, falando ao professor Humberto Dantas para o canal Um Brasil, tratou Dilma Rousseff por “presidenta”. De novo, silêncio nas galerias. Ótimos sinais. Ninguém pode imaginar que a nossa diva maior seja simpática ao

 
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Presença concreta – um ano sem Pedro Paulo de Melo Saraiva

Há um ano o nosso querido Pedro Paulo de Melo Saraiva embarcava para o cruzeiro definitivo. Alguns dias depois, seu filho Pedro me chama para dizer algumas palavras na missa de sétimo dia. Lisonja tremenda. Respirei fundo, anotei e encarei. As linhas estão abaixo e na íntegra. Para falar na igreja tive que suprimir a

 
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Da onda azul à mosca azul

Da última redemocratização pra cá pouca coisa no Brasil cresceu tanto quanto o surfe. Passei minha infância indo muito e amiúde (obrigado, Vinícius) à praia de Juquehy, lado oeste, onde quebram as melhores ondas, e pude acompanhar o fenômeno. Bulú, Xibinha e o grande professor Zé Pailoli eram as estrelas. Este último um craque que

 
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O espírito paulistano esculpido em pedra

Nos conta o Roberto Pompeu de Toledo que em 1920 três rapazes fogosos passeavam pelo Parque Dom Pedro II, onde era construído o Palácio das Indústrias, hoje museu Catavento. O motivo da visita era inspecionar as maquetes concorrentes do concurso que escolheria um monumento à Independência para o Ipiranga. E pela rádio peão o trio

 
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Grandes feitos do Presidento

Em missão diplomática à então União Soviética, o então ministro Pratini de Moraes, por extenso Marcus Vinicius Pratini de Moraes, foi recebido com festa e Garota de Ipanema cantada em russo no Domodedovo. Num mal entendido óbvio, os boêmios moscovitas acreditaram que vinha lá o poeta e diplomata Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes.

 
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Notas amarradas – O Playground dos tiranos, Soft power e O susto de Zuck

O playground dos tiranos O escritor e pacifista israelense Amo Óz aterrissou em São Paulo para uma conferência das Fronteiras do Pensamento. Ele vem falando, infelizmente sem grande penetração, que o conflito entre Israel e Palestina deve ser tratado como uma tragédia grega, profunda e complexa, e não como uma fita de aventura entre mocinhos

 
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