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Home Cultura Archive for category "Música"
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Resgate cultural na primeira safra da farinatta

Temos que ser justos com o prefeito de São Paulo. Além de trabalhar tanto (chegou da Itália no domingo, terça estava em Brasília, hoje passou o dia em Goiânia e amanhã vai para um evento do LIDE no Paraguai) ele ainda consegue a proeza de fazer um resgate cultural relevante. Recentemente propôs vender no mercado

 
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Notas soltas: Somalia, Suburra e Pancetti

#DoNotPrayForSomália O que impressiona mais sobre a Somália? As centenas de mortes ou o nosso silêncio? Ou a vulnerabilidade da desigualdade escancarada até nos números de óbitos de um atentado terrorista? Releve a indelicadeza, freguesa, mas rezar pelos somalis – pelo Vale do Jequitinhonha ou por Cidade Tiradentes – só ajuda a quem transfere o

 
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Indústria da multa

Aplausos para o editorial Mágica com as multas, de domingo. Inacreditável que na terra de Paulo Vanzolini, compositor de Ronda, Volta por Cima e Samba Erudito, que vai com o verso “soltei filipetas pra te dar um Cadillac”, em pleno 2017 vejamos um governo dito moderno pretender faturar fazendo o que se pode chamar de IPO da indústria da multa.

 
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Somos todos Catalunha

A Catalunha não está só. Mobilizações independentistas crescem em toda parte. Ainda na Espanha, no País Basco e na Andaluzia há grupos assanhados. Na Bélgica, alguns flamengos. Na Alemanha, os bávaros. No norte da Itália, Lombardia e Vêneto. No sul do Brasil, paranaenses, catarinenses e sobretudo gaúchos. Na cidade de São Paulo, Santo Amaro sempre

 
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Fernandona, a redentora

Fernanda Montenegro, em entrevista ao Estadão, chamou a ditadura militar de “Redentora”. Ninguém se atreveu a um pio. Ary Oswaldo Mattos Filho, falando ao professor Humberto Dantas para o canal Um Brasil, tratou Dilma Rousseff por “presidenta”. De novo, silêncio nas galerias. Ótimos sinais. Ninguém pode imaginar que a nossa diva maior seja simpática ao

 
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Presença concreta – um ano sem Pedro Paulo de Melo Saraiva

Há um ano o nosso querido Pedro Paulo de Melo Saraiva embarcava para o cruzeiro definitivo. Alguns dias depois, seu filho Pedro me chama para dizer algumas palavras na missa de sétimo dia. Lisonja tremenda. Respirei fundo, anotei e encarei. As linhas estão abaixo e na íntegra. Para falar na igreja tive que suprimir a

 
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Notas soltas

Água-benta Há quem diga que são lágrimas pelo triste espetáculo de ontem, quando a Câmara decidiu que “tem que manter isso aí”. Seja lá como for, pela manhã choveu em São Paulo. Depois de cinquenta dias de seca, poluição palpável e todo mundo tossindo nos coletivos, dos ônibus aos cinemas, é uma notícia boa. Chuva

 
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Palpites para a Paulista

1)   autorizar mais e mais conjuntos musicais. Arte de rua é ótimo. Mas sem geradores e amplificadores, que poluem a atmosfera em todos os sentidos. Tem que ser acústico. Quem quer ver e ouvir o show, se aproxima. Quem não quiser, merece uma alternativa; 2)   Aos domingos, na Paulista Aberta, os espaços para os shows

 
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Bola de carne

O hambúrguer do Presidento A quebra da Bolsa de Nova York em 1929, que meteu o ocidente em doze anos de depressão, tem trilha sonora do Josh White: One Meat Ball é o emblema do problema. Uma bola de carne de quinze centavos era tudo o que um homem podia pagar para enganar a fome.

 
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Da onda azul à mosca azul

Da última redemocratização pra cá pouca coisa no Brasil cresceu tanto quanto o surfe. Passei minha infância indo muito e amiúde (obrigado, Vinícius) à praia de Juquehy, lado oeste, onde quebram as melhores ondas, e pude acompanhar o fenômeno. Bulú, Xibinha e o grande professor Zé Pailoli eram as estrelas. Este último um craque que

 
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