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Home Passeio público Archive for category "Boemia"
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Negroni, Netflix. dois Tarantino e o Brasil

Dos gêneros que pareciam ter caído na monotonia, faroeste e nazismo talvez se destaquem. Vá lá, nazismo é um tema, não um gênero. Mas tanto quanto o faroeste, foi praticamente esgotado, do drama à comédia, passando pelos documentários. Igual diria o professor Caldana sobre as cadeiras, caberia uma moratória entre os criadores. O George Gondor

 
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Ruas crocantes e outras notas

Minha ideia é fazer uma alameda só com as árvores que soltam favas crocantes nessa época do ano. Modéstia à parte, não conheço ninguém melhor do que eu na arte de estalar favas secas nas calçadas. Cada passo é um croc. Minha Neguinha até tenta me acompanhar, e eu incentivo mostrando como se faz. Em

 
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De Paraty à Catalunha, a causa independentista

Sob as águas de março, o verão se despedia em Paraty. Os gogós e as palavras, cada vez mais aquecidos pela Maria Isabel, chegavam ao ponto de ebulição. Foi o que aconteceu. Paulo Brotero, grande acionista do banco Noroeste, liderou o brado. Os amigos concordaram. Era lógico: Isolada de tudo naqueles anos 1960 – o

 
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Cerveja e cidadania

O maior crowdfunding da história começou nos Estados Unidos. Uma associação cervejeira do estado do Colorado lançou uma campanha para arrecadar a US$ 213 bilhões com o objetivo de comprar a AB InBev, dos brasileiros da Ambev. É um chiste, reconhece a Brewers Association, que promete só realizar as intenções de doação se a captação

 
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Notas soltas: Somalia, Suburra e Pancetti

#DoNotPrayForSomália O que impressiona mais sobre a Somália? As centenas de mortes ou o nosso silêncio? Ou a vulnerabilidade da desigualdade escancarada até nos números de óbitos de um atentado terrorista? Releve a indelicadeza, freguesa, mas rezar pelos somalis – pelo Vale do Jequitinhonha ou por Cidade Tiradentes – só ajuda a quem transfere o

 
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Somos todos Catalunha

A Catalunha não está só. Mobilizações independentistas crescem em toda parte. Ainda na Espanha, no País Basco e na Andaluzia há grupos assanhados. Na Bélgica, alguns flamengos. Na Alemanha, os bávaros. No norte da Itália, Lombardia e Vêneto. No sul do Brasil, paranaenses, catarinenses e sobretudo gaúchos. Na cidade de São Paulo, Santo Amaro sempre

 
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Será salto?

Era 1922 quando o Paulo Prado, que não era artista mas era rico e sabia a arte de gastar, contratou uma claque para vaiar a abertura da Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo. A vaia, calculada, era a favor. Criando resistência, criou polêmica e botou a modernidade na pauta da cidade

 
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Fernandona, a redentora

Fernanda Montenegro, em entrevista ao Estadão, chamou a ditadura militar de “Redentora”. Ninguém se atreveu a um pio. Ary Oswaldo Mattos Filho, falando ao professor Humberto Dantas para o canal Um Brasil, tratou Dilma Rousseff por “presidenta”. De novo, silêncio nas galerias. Ótimos sinais. Ninguém pode imaginar que a nossa diva maior seja simpática ao

 
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Presença concreta – um ano sem Pedro Paulo de Melo Saraiva

Há um ano o nosso querido Pedro Paulo de Melo Saraiva embarcava para o cruzeiro definitivo. Alguns dias depois, seu filho Pedro me chama para dizer algumas palavras na missa de sétimo dia. Lisonja tremenda. Respirei fundo, anotei e encarei. As linhas estão abaixo e na íntegra. Para falar na igreja tive que suprimir a

 
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Dela, só dela

Pobre de quem não tem um amigo árabe. Neste quesito, entre outros tantos, Deus me abençoou. Saravá. Já na verde idade tive o privilégio de tratar por vovó a avó de um amigo meu. Na casa dela, na rua Estados Unidos, podia tudo e a gente só tinha uma obrigação: comer. Na adolescência fui muito

 
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