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Home Passeio público Archive for category "Boemia"
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A moda no Rio é ir a praia à noite

Minha expectativa na adolescência era de viver muito “na noite”. Desde os verdes anos fui um tipo noturno. Dormia tarde e acordava cedo, relativamente falando. Apresentado ao entendimento vulgar de “noite”, isto é, “noitada”, “balada”, “nite”, gostei e aderi por um bom período. Curiosamente até o adjetivo boêmio foi associado a notívago – o que

 
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Ministério da Família

Vão dizer que eu sou implicante com o Bolso. Paciência. Ocorre que, até quando eu gostaria de elogiar, o presidente eleito acaba me decepcionando. Ainda ontem especulava-se sobre quem estaria à frente do ministério da Família. Fiquei de olho na equipe de transição para quiçá conseguir um furo sobre as diretrizes da nova pasta. Acionei

 
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O senhor da razão

Churchill dizia que a idade torna as pessoas conservadoras. Esta notícia do @Meio confirma: “Uma boa notícia para os fãs de whisky. E de Metallica. A banda está lançando sua própria bebida, o Blackened.” Com tanta startup de maconha para investir, é simbólico que os velhinhos tenham optado pelo douradinho amigo e fiel.

 
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Copa e cozinha

Nosso querido Ruy Castro foi informado pelo amigo Carlos Maranhão de que o estrogonofe russo vem em tiras, não em cubos, sem ketchup ou creme de leite e desacompanhado de batata palha ou do onipresente arroz branco, e assim decepciona a torcida brasileira que se faz presente no mundial da Fifa. Então meteu na Folha

 
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Pode celebrar: O conservadorismo é menor do que parece

Nelson Rodrigues se dizia reacionário e a turma acreditava. Ao mesmo tempo provocava a sociedade com sua dramaturgia e literatura diária. Escandalizava a gauche e a droite. Apanhava a torto e a direito. No próximo carnaval vamos celebrar o centenário do desfile que marcou sua infância. Aos seis anos de idade, em 1919, Nelson viu

 
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(Very) Casual Friday ou a Paula Toller que me desculpe

A Paula Toller que me desculpe. Estreio hoje o uso de bermudas no trabalho. Digo, em reunião externa com quem não tenho intimidade. Trabalhando de casa já havia adotado, ainda que no padrão Cid Moreira, com camisa no corpo para o caso de alguma chamada via Skype. Pudores… Sei de um grande lobista que recebia

 
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Um brinde à Estácio ou a escolinha do professor Lemann

“Nasci no Estácio, eu fui diplomado na roda de bamba, e fui diplomado na escola de samba, sou independente conforme se vê.” Lembrar o Noel não tem relação com o Natal, mas com o presente que a universidade Estácio de Sá botou na meia de 1.200 professores: o olho da rua. Fundada como Faculdade de

 
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Negroni, Netflix. dois Tarantino e o Brasil

Dos gêneros que pareciam ter caído na monotonia, faroeste e nazismo talvez se destaquem. Vá lá, nazismo é um tema, não um gênero. Mas tanto quanto o faroeste, foi praticamente esgotado, do drama à comédia, passando pelos documentários. Igual diria o professor Caldana sobre as cadeiras, caberia uma moratória entre os criadores. O George Gondor

 
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Ruas crocantes e outras notas

Minha ideia é fazer uma alameda só com as árvores que soltam favas crocantes nessa época do ano. Modéstia à parte, não conheço ninguém melhor do que eu na arte de estalar favas secas nas calçadas. Cada passo é um croc. Minha Neguinha até tenta me acompanhar, e eu incentivo mostrando como se faz. Em

 
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De Paraty à Catalunha, a causa independentista

Sob as águas de março, o verão se despedia em Paraty. Os gogós e as palavras, cada vez mais aquecidos pela Maria Isabel, chegavam ao ponto de ebulição. Foi o que aconteceu. Paulo Brotero, grande acionista do banco Noroeste, liderou o brado. Os amigos concordaram. Era lógico: Isolada de tudo naqueles anos 1960 – o

 
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