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Home Passeio público Archive for category "Boemia"
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Pode celebrar: O conservadorismo é menor do que parece

Nelson Rodrigues se dizia reacionário e a turma acreditava. Ao mesmo tempo provocava a sociedade com sua dramaturgia e literatura diária. Escandalizava a gauche e a droite. Apanhava a torto e a direito. No próximo carnaval vamos celebrar o centenário do desfile que marcou sua infância. Aos seis anos de idade, em 1919, Nelson viu

 
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(Very) Casual Friday ou a Paula Toller que me desculpe

A Paula Toller que me desculpe. Estreio hoje o uso de bermudas no trabalho. Digo, em reunião externa com quem não tenho intimidade. Trabalhando de casa já havia adotado, ainda que no padrão Cid Moreira, com camisa no corpo para o caso de alguma chamada via Skype. Pudores… Sei de um grande lobista que recebia

 
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Um brinde à Estácio ou a escolinha do professor Lemann

“Nasci no Estácio, eu fui diplomado na roda de bamba, e fui diplomado na escola de samba, sou independente conforme se vê.” Lembrar o Noel não tem relação com o Natal, mas com o presente que a universidade Estácio de Sá botou na meia de 1.200 professores: o olho da rua. Fundada como Faculdade de

 
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Negroni, Netflix. dois Tarantino e o Brasil

Dos gêneros que pareciam ter caído na monotonia, faroeste e nazismo talvez se destaquem. Vá lá, nazismo é um tema, não um gênero. Mas tanto quanto o faroeste, foi praticamente esgotado, do drama à comédia, passando pelos documentários. Igual diria o professor Caldana sobre as cadeiras, caberia uma moratória entre os criadores. O George Gondor

 
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Ruas crocantes e outras notas

Minha ideia é fazer uma alameda só com as árvores que soltam favas crocantes nessa época do ano. Modéstia à parte, não conheço ninguém melhor do que eu na arte de estalar favas secas nas calçadas. Cada passo é um croc. Minha Neguinha até tenta me acompanhar, e eu incentivo mostrando como se faz. Em

 
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De Paraty à Catalunha, a causa independentista

Sob as águas de março, o verão se despedia em Paraty. Os gogós e as palavras, cada vez mais aquecidos pela Maria Isabel, chegavam ao ponto de ebulição. Foi o que aconteceu. Paulo Brotero, grande acionista do banco Noroeste, liderou o brado. Os amigos concordaram. Era lógico: Isolada de tudo naqueles anos 1960 – o

 
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Cerveja e cidadania

O maior crowdfunding da história começou nos Estados Unidos. Uma associação cervejeira do estado do Colorado lançou uma campanha para arrecadar a US$ 213 bilhões com o objetivo de comprar a AB InBev, dos brasileiros da Ambev. É um chiste, reconhece a Brewers Association, que promete só realizar as intenções de doação se a captação

 
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Notas soltas: Somalia, Suburra e Pancetti

#DoNotPrayForSomália O que impressiona mais sobre a Somália? As centenas de mortes ou o nosso silêncio? Ou a vulnerabilidade da desigualdade escancarada até nos números de óbitos de um atentado terrorista? Releve a indelicadeza, freguesa, mas rezar pelos somalis – pelo Vale do Jequitinhonha ou por Cidade Tiradentes – só ajuda a quem transfere o

 
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Somos todos Catalunha

A Catalunha não está só. Mobilizações independentistas crescem em toda parte. Ainda na Espanha, no País Basco e na Andaluzia há grupos assanhados. Na Bélgica, alguns flamengos. Na Alemanha, os bávaros. No norte da Itália, Lombardia e Vêneto. No sul do Brasil, paranaenses, catarinenses e sobretudo gaúchos. Na cidade de São Paulo, Santo Amaro sempre

 
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Será salto?

Era 1922 quando o Paulo Prado, que não era artista mas era rico e sabia a arte de gastar, contratou uma claque para vaiar a abertura da Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo. A vaia, calculada, era a favor. Criando resistência, criou polêmica e botou a modernidade na pauta da cidade

 
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