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Home Archive for category "O pio do araçari"
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Um prazo que vale por dois e o indulto possível

Ontem venceu um prazo que vale por dois. 17 de setembro era a data limite para uma coligação mudar, no canetaço, qualquer um dos seus candidatos. Abaixo, direi porque valem por dois e, na esteira, tratarei novamente da possibilidade de um indulto para Lula. 1) Os retardatários do chamado centro reformista perderam a chance de

 
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Fernando Collor ensina

Uma tia querida repete a lição há décadas: o que você não aprende em casa, com carinho, vai aprender na rua, na pancada. Claro que há exceções, gente que não aprende nunca. Exemplo: alguém que, ferido de faca, horas depois posa no hospital fazendo gesto de armas de fogo com as mãos. Mas de modo

 
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Aerotanque na rua

General Mourão evoluía razoavelmente no papel de apaziguador pós-atentado. Disse lá umas bobagens, mas reconheço que estava melhor do que antes. Elogiei aqui. O problema da vivandeira é que é da natureza dela se alvoroçar. Sorte nossa, que vemos o tamanho da ameaça com clareza. Junto com Levy Fidelix, Mourão botou o aerotanque na rua.

 
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Santinho do pau oco

A campanha de rua tradicionalmente é mais forte nos rincões, favelas, periferias. Mas esse vazio pelas cidades é incomum mesmo em tempos de rede social e crescente apatia política. Claro que a bem-vinda regra que permite impulsionamento virtual melhorou a comunicação das campanhas. O WhatsApp transformou a pedra que caía no centro do lago, reverberando

 
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Moneytalks

A regra é clara: moneytalks. Não é papo de roqueiro, contracultura, nada disso. É o princípio de todo e qualquer player do mercado. Quer dizer o seguinte: a fé das pessoas em relação às apostas que fazem é proporcional às fichas que elas botam sobre a mesa. No DataCoco (minha pesquisa matinal depois de correr

 
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O dilema de Haddad

O dilema de Fernando está além de ser Haddad e não Andrade. Na cidade de São Paulo, que guarda muitas semelhanças com a eleição nacional, em 2012 ele era ainda mais poste do que é hoje e superou bem a dificuldade. Em 2016 não foi reeleito, é verdade. Mal avaliado, ainda tinha que carregar o

 
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Chegou o general da banda?

Com Bolsonaro convalescendo, Hamilton Mourão assume o protagonismo da campanha nas ruas. Em que pese o brilho no olhar, não parece ser um golpe de baioneta logo após a facada, mas puro e simples obediência à missão. Assisti a duas entrevistas do general e faço questão de elogiar alguns pontos. Na Globo News, onde um

 
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Michelouco no estúdio?

O presidente Michel Temer não vai gravar mais nada? Estava indo tão bem… A bronca com Guilherme Afif sobre os fundos do Sebrae de fato não precisava, pelos jornais bastou. Mas e o João Doria? Depois de ultrapassado por Paulo Skaf na corrida paulista, resolveu atropelar Temer. Ataca o emedebista dizendo que ele é o

 
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11 de setembro de 2018

ATUALIZAÇÃO da crônica de ontem Rodou o Datafolha. E a alta de Bolsonaro pós-atentado mostrou que a comoção foi aquém do esperado. Oscilou de 22% para 24%. Antes do que à comoção, mais exato é atribuir a leve alta ao aumento do conhecimento gerado pelo impacto e amplitude da notícia. A conta é simples: a

 
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As altas de Bolsonaro

“Pode me faltar tudo na vida: arroz, feijão e pão. Pode me faltar dinheiro, e tudo mais não me faz falta, não. Pode me faltar o amor – nisso eu até acho graça. Só não quero é que me falte, a danada da cachaça.” Para mim as marchinhas de carnaval são a voz do Brasil,

 
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