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Home Archive for category "Balaio geral"
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Você nunca, Moninha

Um dos próceres da geração dela disse que os bons morrem cedo. Verdade absoluta. E não tem a ver com idade, que é dado banal. Tem a ver com ser bom, que é o que importa. Sempre que alguém bom se vai é cedo para quem fica. A máxima é do Renato Russo. Ou talvez

 
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Sem assunto, com afeto

Desde sempre ouço dizer que o homem inventou a roda, e a sentença soa mal aos meus ouvidos. Primeiro porque não pode ter inventado algo que está na natureza, nas plantas, nas frutas, na lua, no sol. No máximo, descobrimos ou adaptamos. Depois porque provavelmente foi a mulher. Sei que homem, no caso, é no

 
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Vania agora é luz eterna

Era tão sensível, divertida, carinhosa. A sensibilidade, conheci antes dela própria, pela sua fotografia. O lado divertido e carinhoso veio depois, convivendo numa amizade quase sempre em torno do Copan, onde ela morava. Uma xícara no café Floresta, umas e outras no Dona Onça, parando para ver sua exposição no Museu da Diversidade dentro da

 
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Adeus, Armandinho

Entendedores, entenderão: ele comprou uma caixa de Noilly Prat. Uma caixa! Pergunto: mas o que você fez com doze litros? Ué, bebi no verão, primo. Para quem não é do jogo, explico: o vermute branco francês que se tornou sinônimo de marca, ficou famoso por conta do Dry Martini. Alguns exagerados, conhecidos pelo consumo também

 
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Sempre Julinho

Julinho era um pândego até quando seriamente preocupado. Um dia, já com o Dona Onça aberto, meteu um poncho e um lenço em volta do pescoço e furou o morro da Paulista para beber no São Pedro São Paulo. Pela Nove de Julho, é claro. Ainda não eram seis da tarde e, por acaso, eu

 
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Obrigado, Julinho

Chegou o convite. O aniversariante faria setenta anos. Julio Cesar de Toledo Piza Filho. Boiadeiro, ex-presidente da Bolsa. Décimo andar do Edifício Conde Silvio Penteado, Av. São Luiz. RSVP. Pensei: terno e gravata escuros, camisa branca lisa e, de troça, comentei com minha senhora: salto baixo e pouca maquiagem. Lá chegando, a impressão se desfez.

 
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Vá lavar um bom tanque

“Vá lavar um bom tanque!”, disse o chofer de ônibus a uma senhora que atrapalhava o tráfego no Rio de Janeiro da metade do século passado. Lá, no século 20, era sem dúvida uma sentença machista. Hoje não é mais. Serve para ambos os sexos e, se não serve, errado está quem não cuida das

 
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Miudinho

Ouço muito na voz do príncipe Paulinho, mas talvez seja do craque Martinho, ou ainda, qual a Teresa da Praia, não é de ninguém o partido alto Miudinho – ô devagar miudinho, devagarinho… É o que tem embalado minha quarentena. Vou, finalmente, aprendendo a fazer as coisas com calma. Tirado o rancão inaugural, quando suava

 
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Amanhã tem sol

Nunca fui de seguir o sol. Não tem motivo especial. Talvez a noção de que ele estaria lá, mais cedo ou mais tarde, meio que me deixava sem pressa. Se não tem hoje, amanhã terá. E segue o baile. Meu gosto pela lua pode confirmar a hipótese. Como varia muito, ou pelo menos tem ciclos

 
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Memória de Bragança

Outro dia escrevi lembrando da infância em Juquehy e citava o tio Edgard de Queiroz Ferreira. Baita figura. Desde pequeno sou fã dele. Uma das brincadeiras em casa, dia de chuva, era brincar de tio Edgard. Tudo muito simples. Para imitá-lo só precisava de um bigode de rolha queimada, sunga, camiseta branca e havaianas. Então

 
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