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Home Posts tagged "Franco Montoro" (Page 2)
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Non Ducor Duco

Em outubro haverá eleições para prefeito e todo nosso esforço deve ser no sentido de evitar que a esquizofrenia política nacional contamine o debate. Já descontada a coincidência com o calendário olímpico, será uma tarefa hercúlea para todos nós. Então vamos nos ater ao município, que afinal é onde a gente vive. Em São Paulo

 
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Renuncia

Fernando Collor, Antonio Carlos Magalhães, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Joaquim Roriz, Severino Cavalcanti, José Roberto Arruda têm muita coisa em comum, e entre elas está a renúncia. Quem mais? Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alckmin, Eduardo Campos: todos renunciaram. Sergio Cabral, o filho, também. A renúncia mais famosa talvez seja a do Jânio Quadros. A

 
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Fatias grossas no 14 de julho

A primeira crítica gastronômica deve ter sido do Judas, ainda durante a Santa Ceia. Sei lá, saiu falando mal do pão e do mesmo vinho tão elogiado nas bodas de Caná. Aliás, a suspeita de que ele não teria participado do ágape pode ser considerada a mãe dos prêmios que a gente lê, onde o

 
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Ouça um bom conselho

“Ouça um bom conselho, eu lhe dou de graça: inútil dormir, que a dor não passa.” O Chico Buarque de ontem tem que ser lembrado sempre e cada vez mais hoje em dia. Quando depois de doze anos o PT acorda e decide decretar novos conselhos de participação social, justamente quando se vê cada vez

 
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A democracia não é de ninguém

1º de Abril de 2014, 50 anos do golpe de 1964 Há 60 anos, em 1954, Tom Jobim e Billy Blanco fizeram um samba-canção que foi imortalizado num dueto maravilhoso entre Dick Farney e Lúcio Alves: Tereza da Praia, um “amor de pequena que não é de ninguém”. Dez anos depois um general de pijamas

 
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O seu, o meu, o nosso Sistema Cantareira

Entre as melhores colunas publicadas pelos nossos jornais sem dúvida está a do Fernando Reinach, um biólogo boa praça, de texto coloquial, que explica em prosa humanística as coisas complicadas que só os cientistas alcançariam. É um Paulo Vanzolini da crônica que o Estadão entrega aos seus leitores.  O sábado 22 de março foi o

 
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SP está com Aécio

Ninguém precisa revirar o fundo do baú para encontrar uma lembrança assim. Acontece mais amiúde do que se percebe, basta prestar atenção. É quando a presença de alguém de fora aproxima os que são de dentro, que em função das voltas que são da vida andavam algo desencontrados. A primeira audição de uma música pode

 
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Mão no remo, Baraca!

Dos preconceitos que sofro e não tenho vergonha em admitir está um sobre a passionalidade dos gaúchos. Sei lá se é por causa do Getúlio, se influência das piadas vulgares, das notícias separatistas, pela leitura do Analista de Bagé ou de outros textos de seu criador. Seja lá como for, considero o gaúcho antes de

 
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Providência e memórias eleitorais

Minha lembrança de campanha mais antiga é a do tio André para governador, em 1982. Eu tinha quatro ou cinco anos de idade, mas lembro do meu pai, em Juquehy, com a máscara (obrigado, Kobashi) do grafite para pichar nos postes e nos muros a árvore símbolo do MDB, o número cinco – que só

 
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A Cesar o que é de Cesar

Na sexta-feira saí para jantar fora e reconheci o senador Delcídio Amaral, do PT do Mato Grosso do Sul. Comentei com a minha Neguinha que a gente deveria ir lá cumprimenta-lo, porque sempre que festejamos os votos do ministro Joaquim Barbosa e de seus pares, que vêm condenando os mensaleiros, um quinhão dos aplausos deveria

 
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