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Irmã Dulce e eu neste domingo da quarentena

Com receio deste domingo, não fui para a cama. Dormi sentado no sofá sem sequer esticar as pernas. Estou treinado. Faz mais de ano que estou assim, receando o dia seguinte, tentando evita-lo. Confortante é ter aprendido logo, a ponto de acordar sem qualquer torcicolo. Isso na parte física. O conforto espiritual vem da santa

 
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Miudinho

Ouço muito na voz do príncipe Paulinho, mas talvez seja do craque Martinho, ou ainda, qual a Teresa da Praia, não é de ninguém o partido alto Miudinho – ô devagar miudinho, devagarinho… É o que tem embalado minha quarentena. Vou, finalmente, aprendendo a fazer as coisas com calma. Tirado o rancão inaugural, quando suava

 
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A 40tena e o sexo

É impossível, nesta primavera eu sei, é impossível pois longe estarei, mas pensando em nosso amor, amor sincero. Ai, se eu tivesse autonomia, se eu pudesse gritaria: não vou! Não quero! Escravizaram assim um pobre coração, é necessária a nova abolição, pra trazer de volta a minha liberdade. Se eu pudesse brigaria, amor; seu pudesse

 
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Samba-crônica da (minha) quarentena

Longe de casa eu choro e não quero nada. Como é que pode? Trancado em casa e com saudades de casa? Pois longe do chão ninguém quer e não pode nada. Assim estou, quiçá você também, freguesa. Sinto falta de São Paulo, de escutar na madrugada, uns bordões e violões, e uma flauta a chorar

 
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Mate as saudades de você

Há quanto tempo você não sente saudades, freguesa? Não saudades de alguém querido, um momento, comida, um lugar. Saudades de você. De quem você é. Ou de quem quis ser antes de sucumbir aos padrões inventados sabe-se lá por quem. Na tranca, me desespero com o futuro imediato no Brasil. Receio que será tétrico, pior

 
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