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Quem trabalha de graça é a mãe

O capitalismo tem uma regra: não existe almoço grátis. Não falha. Se por acaso acontece um almoço que parece grátis, convém investigar para saber quem está pagando. Sempre tem. Não falha. Anteontem, no segundo domingo de maio, rolou um almoço internacional em homenagem às mães. Uma beleza. Todo mundo postando retrato. Realmente comovente. Mas com

 
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Você topa trabalhar de graça?

O IBGE mostra que, às tarefas do lar e cuidados com parentes, meninas se dedicam o dobro dos meninos. Segundo a Pnad Contínua, elas ralam 21,3 horas, e eles, 10,9h por semana em casa. Apesar do desequilíbrio, a diferença vem diminuindo. Onze milhões deles debutaram no serviço doméstico de 2016 para cá. Usei a terceira

 
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Beato Salu na Praça dos Três Poderes

Na oligarquia da Asa Branca de Dias Gomes e Agnaldo Silva, o que mais se temia era a volta de Roque Santeiro. Dezessete anos após o desaparecimento, seu retorno era iminente, ameaçando o fim do mito. A principal ameaça era feita por Beato Salu, pai de Roque. Desprezando e merecendo a recíproca dos poderosos locais,

 
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Um Capitalismo para o Povo é da escola de Chicago

Ex-presidente do Banco Central, Affonso Celso Pastore nos trouxe, pelo Estadão de ontem, dados alvissareiros da ora celebrada escola de Chicago, cujo membro mais ilustre no Brasil é Paulo Guedes, o Posto Ipiranga da Economia do governo eleito. PaGue, no Chile do ditador Augusto Pinochet, integrou brevemente os Chicago Boys como pesquisador universitário. De lá

 
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Delfim em forma

Delfim Netto está em plena forma. Aos noventa anos pensa e escreve como se estivesse na flor da idade, digo, saindo da academia ou no máximo entrando no ministério da Fazenda do ditador Costa e Silva, isto é, com a cabeça em 1968. Grande frasista, a favor do aumento da produtividade o Professor anotou na

 
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Um pacto pela empresa-Estado

A narrativa na vidada do século era o papel das empresas na relação com a sociedade. Assustadas com o levante de Seattle, em 1999, onde ativistas de frentes diversas reuniram dezenas de milhares de pessoas contra o encontro da Organização Mundial do Comércio, as multinacionais resolveram se sacudir e combinar uma agenda comum visando responsabilidade

 
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Teremos que escolher entre a Renda Básica e a guerra

Empresas multinacionais, conforme o termo antecipa, têm diversas nacionalidades. Circulam livremente pelas fronteiras. Geram empregos, pagam impostos, criam desenvolvimento enfim. E mais importante: proporcionam um intercâmbio cultural fantástico que, mais distante, é a base da civilização. Muitas das vezes as empresas têm facilidades para se internacionalizar. Portugal, por exemplo, cuja única opção era navegar, hoje

 
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O círculo de Gini

“Pelo dedo se conhece o gigante. Pelo pé, o elegante”, dizia um reclame da época em que os sapatos ainda circulavam. Sapatos já foram um indicador de riqueza. Hoje são praticamente atestado de pobreza, junto com as novas calças sem furos e as camisas. Rico pra valer usa tênis, jeans, e camiseta. Tudo roto. E

 
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Notas amarradas – O Playground dos tiranos, Soft power e O susto de Zuck

O playground dos tiranos O escritor e pacifista israelense Amo Óz aterrissou em São Paulo para uma conferência das Fronteiras do Pensamento. Ele vem falando, infelizmente sem grande penetração, que o conflito entre Israel e Palestina deve ser tratado como uma tragédia grega, profunda e complexa, e não como uma fita de aventura entre mocinhos

 
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