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Home Posts tagged "Tancredo Neves"
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Rememorar 1964 requer força e prudência

No começo dos anos 1960, seduzido por uma campanha repleta de factoides do populismo mais baixo, o Brasil elegeu um maluco para a Presidência. Ele não passava leite condensado no pão nem despachava calçando chinelos, mas em comício sacava sanduíches do bolso do paletó, em cujos ombros usava caspa artificial. E falava em varrer adversários,

 
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Sou brasileiro e não rompo

A TV Globo vem fazendo um trabalho fundamental. Assisti a alguns capítulos da minissérie Os anos eram assim e gostei muito. Ontem, por conta do TSE, fiquei ligado até tarde e, no programa do Pedro Bial, tive a grata surpresa de ver uma plateia jovem aplaudindo a Clarice e Ivo Herzog, viúva e filho do

 
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Já chutou um cavalete hoje?

Quando virou primeiro-ministro do Jango, Tancredo encontrou um emaranhado de nós para desatar. A herança do Jânio era o retrato perfeito de sua confusão pessoal. Não havia tempo para desatar um por um e muito menos clima para canivete. As excentricidades não perdoavam sequer os detalhes – que são a casa de Deus –, e

 
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“Não vamos nos dispersar.”

Mais de cinquenta milhões de brasileiros recusaram o governo atual, votando no Aécio Neves. Outros quase 54,5 milhões optaram pela sua continuidade. Desde a redemocratização, foi a disputa mais polarizada da que tivemos. Os métodos sórdidos, os ataques baixos, usados pela coligação vencedora, a partir de hoje são problemas deles. Vão ter que dormir para sempre

 
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Mero detalhe

A expressão está surrada, mas a imagem está aí e a despeito do aquecimento global tão logo não vai derreter: : ”a ponta do iceberg”, através da qual se imagina o tamanho da montanha de gelo boiando com pelo menos oitenta por cento do seu volume submerso.  Em quase tudo na vida e especialmente em

 
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A democracia não é de ninguém

1º de Abril de 2014, 50 anos do golpe de 1964 Há 60 anos, em 1954, Tom Jobim e Billy Blanco fizeram um samba-canção que foi imortalizado num dueto maravilhoso entre Dick Farney e Lúcio Alves: Tereza da Praia, um “amor de pequena que não é de ninguém”. Dez anos depois um general de pijamas

 
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SP está com Aécio

Ninguém precisa revirar o fundo do baú para encontrar uma lembrança assim. Acontece mais amiúde do que se percebe, basta prestar atenção. É quando a presença de alguém de fora aproxima os que são de dentro, que em função das voltas que são da vida andavam algo desencontrados. A primeira audição de uma música pode

 
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Serra, o Pelé dos tucanos

Por pelo menos dois motivos, José Serra pode ser considerado o Pelé dos tucanos. Foi o que me ocorreu hoje lendo a coluna da Dora Kramer, numa análise sobre o quadro atual do PSDB, com atenção especial ao grupo serrista, que inclui o senador Aloysio Nunes Ferreira, o vice-presidente tucano Alberto Goldman e o deputado

 
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Mão no remo, Baraca!

Dos preconceitos que sofro e não tenho vergonha em admitir está um sobre a passionalidade dos gaúchos. Sei lá se é por causa do Getúlio, se influência das piadas vulgares, das notícias separatistas, pela leitura do Analista de Bagé ou de outros textos de seu criador. Seja lá como for, considero o gaúcho antes de

 
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Atenção

Vida social, para mim, implica atenção. Simples assim. Para haver uma relação entre duas ou mais pessoas, é fundamental que haja atenção recíproca. Caso contrário é bem melhor estar sozinho do que acompanhado. Sozinho o homem tem a possibilidade de pensar intensamente em alguém, ou em nada – isto que é impossível de se fazer

 
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