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Tem pai que é cego

“Tem pai que é cego”, dizia o Tavares, personagem do Jô Soares. Bichona enrustida, negava a homossexualidade do filho, depois da filha, para esconder a própria. Jô é um profeta. Através do humor, fez antropologia social e previu o dia de hoje, estarrecedor. Eu deveria ter desconfiado da turma que ria não do Tavares, mas

 
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Executivo da Philips tocou o apito e seus colegas foram tocar piano ou Elio Gaspari não pode tirar férias

O Globo vem dando um baile de reportagem e, se tem uma falha hoje, é o Elio Gaspari estar em férias. Pênalti grave. Daí que, sem medo de ser feliz, não me seguro e volto à carga para tentar cobri-lo. Já escrevi aqui que a incineração da política não vai parar na política. E em

 
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A corrupção diminuiu ou se concentrou?

“NO SEGUNDO IMPÉRIO, um fazendeiro baiano escreveu zangado para um senador, pois este não havia conseguido enfiar seu filho na faculdade, como solicitara. Um século depois, queixava-se um alto funcionário do MEC, dizendo que a Capes não era mais a mesma, pois um juiz, amigo dele, havia solicitado uma bolsa de estudo para o filho

 
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Bola no fotógrafo

O cronista, comentarista esportivo e compositor pernambucano Antonio Maria marcou época no Rio de Janeiro dos Anos Dourados. Sua obra transformou a melancolia numa delícia a ser cobiçada. Quem não de deleita com Valsa de uma cidade, Manhã de carnaval, Ninguém me ama? Foi gravado por Clara Nunes, Dolores Duran, Nat King Cole, Luciano Pavarotti.

 
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Se non è vero, è ben trovato – Delfim na Comissão da Verdade

Num conceito sucinto e genial de tão óbvio, uma professora de história me ensinou a importância da matéria: estudar o passado para entender o presente. Dizem os mais ousados que com jeito pode-se a partir disso até prever o futuro. Não duvido, claro que desde já reconhecendo o imponderável. A História não pode ser alterada.

 
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Coitada da cabra

Para minha surpresa as pessoas mais sintonizadas com o progresso social são as que estão atirando pedras no artigo do J.R. Guzzo publicado na última Veja, intitulado Parada gay, cabra e espinafre. Me parece que a turma só leu o destaque, sem se dar ao trabalho de conferir a dua frase que introduz a ideia:

 
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