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Home Posts tagged "Woody Allen"
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Soldadinho pira

O rei da simpatia e do alto astral Nelson Motta festejou hoje n’O Globo o Dia Internacional do Orgasmo, lembrando da sua importância para a democracia. Ele questiona: “Quanto estresse, intolerância e violência nascem da frustração sexual? De quanta raiva, inveja e ressentimento seríamos poupados cada vez que alguém, pobre ou rico, branco ou preto,

 
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De henry.sobel@miami para aecio.neves@senado CC jose.serra@senado

Meu carro I.S.C.O, Proporções guardadas, já passei por isso. Ao fardo do meu erro original, somei muitos quilos ao longo de anos carregando fatos alternativos inventados pelos meus queridos amigos psicanalistas da CIP. Até que, exausto, chamei o Estadão e confessei, desmentindo a narrativa do “estreitamento de personalidade”. Você não imagina o alívio. Continuo não

 
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E o homem criou o útero

A melhor piada é a do Woody Allen. Exposto à ideia do analista, de que a vontade permanente do homem é voltar ao útero, ele conclui: exato! Qualquer útero. Proteção, tranquilidade, conforto total: luz, som, temperatura… dentro do útero nada pode te incomodar. Ah, demora nove meses para sair de lá? Tanto melhor. O homem

 
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Três tons de azul

Demorei como nunca para ir ao cinema ver os filmes em azul, Blue Jasmine e Azul é a cor mais quente. Culpa do Netflix, que reúne o vício e a virtude de fazer o homem  ficar em casa assistindo aos filmes que desejar. Quando reclamam que tem pouca novidade acho estranho. Primeiro porque o bom

 
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Coisa do passado

Ontem um amigo me disse que depois de décadas militando em relações públicas acumulou um arquivo fotográfico gigantesco. E o problema de quem junta  coisas é que qualquer coisa com grande volume toma uma importância quase histórica, como se a unidade e a quantidade fizessem a importância. Porque jogar fora homeopaticamente umas anotações não dói

 
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Caldos e pipocas

No final de semana que passou entrei no videoclube e estava passando A Rosa Púrpura do Cairo, Woody Allen dos anos 1980, que é mais ou menos como um Di Cavalcanti dos Anos Dourados. A trilha sonora e a doçura da Mia Farrow já seriam suficientes para querer rever a fita, mas talvez a coincidência

 
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